Estúdio Musical

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Prédio que toca música quando chove atrai turistas na Alemanha

Localizado em Dresden, o edifício se transforma em um gigante instrumento musical ao cair das gotas d’água
Durante uma viagem, é comum torcer para que o sol brilhe forte em um céu azul e para que nenhuma chuva apareça para evitar contratempos, certo? Bom, mais ou menos. Na Alemanha, mais especificamente em Dresden, turistas do mundo todo aguardam ansiosos a chuva chegar. O motivo? Há um prédio que toca música ao cair das gotas d’água.
Funciona assim: um sistema de drenos, calhas e funis fica anexado do lado de fora do prédio de paredes coloridas. Quando chove, o conjunto de tubos capta  a água pluvial que, ao escoar, emite diferentes sons. Podemos dizer que o prédio se torna um gigante instrumento ao ar livre.






Arte, música e um pouquinho de chuva 

O prédio faz parte de um complexo conhecido como Neustadt Kunsthofpassage, composto por cinco edifícios de diferentes temas localizados no bairro Neustadt. Há o prédio das luzes, dos animais, das criaturas míticas, da metamorfose e, claro, o da música.



O prédio da música, o mais procurado de todos, é obra da escultora Anette Paul e dos designers Christoph Rossner e André Tempel, que curiosamente vivem no edifício. Segunda Anette, a inspiração veio do tempo em que vivia em São Petersburgo, na Rússia, onde os dias cinzentos criavam verdadeiras sinfonias com o som da água batendo nas janelas.



Com um espetáculo desses, tomar chuva deixa de ser um problema e acaba se tornando um verdadeiro deleite para diversos turistas. Se você também deseja conhecer o complexo Kunsthofpassage em Dresden, o acesso é gratuito e o comércio local, que reúne diversas lojinhas e cafeterias charmosas, funciona de segunda a sexta, das 13h às 19h. Já aos sábados e domingos, fica aberto das 10h às 20h.




https://www.guiaviajarmelhor.com.br/predio-que-toca-musica-quando-chove-atrai-turistas-na-alemanha/


Você sabia? A flauta transversal é o desenvolvimento moderno de um dos instrumentos mais antigos feito de madeira. A partir do século XVIII começou a ganhar recursos, como chaves, mais furos, boquilha, até tornar-se a flauta que conhecemos hoje, feita de metal

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Convidamos você a praticar música!!!

Reconhecida por muitos pesquisadores como uma modalidade que desenvolve a mente humana, a música promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento.

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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Ouvir música ao dirigir no trânsito pode prevenir doenças cardiovasculares
Pesquisa sugere que ouvir canções instrumentais ao volante alivia o estresse e a sobrecarga cardíaca









O estresse no trânsito é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e complicações súbitas no coração, como um infarto, apontam estudos publicados nos últimos anos. Uma das soluções para diminuir esse perigo pode estar em selecionar melhor a playlist de música que se ouve ao volante.
Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Marília indicou que dirigir ouvindo músicas do gênero instrumental alivia o estresse no coração.
Os resultados da pesquisa apoiada pela FAPESP, foram publicados na revista Complementary Therapies in Medicine.
O trabalho teve a participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Oxford Brookes University, da Inglaterra, e da Università di Parma, da Itália.
“Constatamos que ouvir música ao dirigir atenuou o estresse no coração das motoristas participantes do experimento que conduzimos”, disse à Agência FAPESP Vitor Engrácia Valenti, professor da Unesp de Marília e coordenador do projeto.
Os pesquisadores analisaram os efeitos da música no estresse do coração de cinco mulheres saudáveis com idade entre 18 e 23 anos, consideradas condutoras eventuais – dirigem entre uma e duas vezes por semana – e que tiraram a carteira de habilitação recentemente.
“Optamos por avaliar condutoras não habituais porque as que dirigem com freqüência e há mais tempo já estão melhor adaptadas a situações de estresse no trânsito”, explicou Valenti.
As voluntárias foram avaliadas ao longo de dois dias, em situações diferentes e de modo aleatório. No primeiro dia, elas dirigiram durante 20 minutos, em um trajeto de três quilômetros, em uma região movimentada da cidade de Marília, no noroeste de São Paulo. O teste foi feito no horário de pico – entre 17h30 e 18h30 – sem ouvir música.
Em outro dia elas refizeram o trajeto, com a mesma duração e no mesmo período do dia, ouvindo músicas instrumentais com um aparelho de som acoplado ao carro, já que o uso de fone de ouvido é classificado como uma infração de trânsito.
“Para aumentarmos o grau de estresse, elas dirigiram um carro que não era o delas, porque se cada uma dirigisse o próprio automóvel o nível de estresse seria reduzido”, afirmou Valenti.
A fim de avaliar o nível de estresse no coração das participantes, foi analisada a variabilidade da frequência cardíaca – as oscilações no intervalo de tempo entre dois batimentos cardíacos consecutivos – por meio de um monitor de frequência cardíaca acoplado ao tórax.
A variabilidade da frequência cardíaca é influenciada pela atividade dos sistemas nervoso simpático – que acelera os batimentos cardíacos – e parassimpático – que induz a desaceleração dos batimentos cardíacos.
“A elevação da atividade do sistema nervoso simpático reduz a variabilidade da frequência cardíaca e a do sistema parassimpático a aumenta”, explicou Valenti.
Os resultados das análises indicaram uma diminuição da variabilidade da frequência cardíaca das voluntárias ao dirigir sem ouvir música, indicando uma redução da atividade do sistema nervoso autônomo parassimpático e a ativação do sistema simpático.
Em contrapartida, foi observado um aumento da variabilidade da frequência cardíaca das motoristas ao ouvir música em razão do aumento da atividade do sistema nervoso parassimpático, além de redução do sistema simpático.
“Ouvir música diminuiu a leve sobrecarga de estresse que as voluntárias foram submetidas ao dirigir”, afirmou Valenti.
O estudo teve a participação só de mulheres para controlar as influências relacionadas aos hormônios sexuais, explicou o pesquisador.
“Se misturássemos mulheres e homens, e se houvesse uma diferença significativa entre esse primeiro e o segundo grupo, o resultado poderia levantar dúvidas de que as diferenças estariam relacionadas à influência do hormônio sexual feminino”, disse Valenti.
Na avaliação do pesquisador, os resultados do estudo podem contribuir para a criação de medidas preventivas cardiovasculares em situações de estresse exacerbado, como a vivenciada no trânsito.
“Ouvir música pode ser uma medida preventiva a favor da saúde cardiovascular para aliviar situações de estresse intenso, como ao dirigir em horário de pico”, disse.
https://exame.abril.com.br/ciencia/ouvir-musica-ao-dirigir-no-transito-pode-prevenir-doencas-cardiovasculares/



Parabéns Claudomiro por mais essa conquista ! Parabéns prof° Santiago! 🎼🎶🎵


Parabéns Sofia por mais essa conquista ! Parabéns prof° Santiago! 🎼🎶🎵